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Indígena Adriana e Rita Lang intensificam agenda em Lages, na Serra Catarinense e em diferentes regiões do Estado

Registro feito em Blumenau

Adesivaços, caminhadas, reuniões, visitas e encontros com a comunidade marcam a mobilização das candidatas, que apresentam suas trajetórias e projetos voltados à proteção das crianças e das famílias

por Marciano Corrêa

A agenda das candidatas Indígena Adriana, ao cargo de deputada federal, e professora Rita Lang, candidata à Assembleia Legislativa de Santa Catarina (ALESC), tem sido marcada por uma intensa mobilização em diferentes municípios catarinenses. Entre adesivaços, caminhadas, reuniões, encontros comunitários e visitas a amigos e apoiadores, as duas percorrem cidades levando uma mensagem que tem como eixo central a defesa das crianças, das famílias e daqueles que mais necessitam de atenção e proteção.

A movimentação eleitoral é também resultado de uma trajetória construída ao longo de anos por meio do trabalho voluntário, da atuação em projetos sociais e da presença constante junto às comunidades. A experiência acumulada na Serra Catarinense e em outras regiões do Estado, segundo as candidatas, constitui uma das principais bases para a proposta de ampliar, no âmbito legislativo, ações de proteção e promoção de direitos.

Nos últimos dias, a agenda passou por municípios como Anita Garibaldi, Cerro Negro, Capão Alto, Florianópolis e Laguna, Blumenau entre outras localidades. Em cada parada, os encontros têm servido para apresentar propostas, ouvir demandas e estreitar vínculos com pessoas que acompanham ou conhecem o trabalho desenvolvido pelas duas ao longo dos anos.

A defesa da infância ocupa lugar de destaque nessa caminhada. Para as candidatas, conhecer de perto as dificuldades enfrentadas por crianças e famílias é fundamental para formular políticas públicas que ultrapassem o discurso e se convertam em ações concretas.

Experiências diferentes, uma mesma causa

Psicóloga e integrante dos povos originários, Indígena Adriana traz para a caminhada política a experiência de quem atua diretamente com projetos voltados à proteção das crianças e ao enfrentamento dos impactos provocados por conflitos e dificuldades no ambiente familiar. Sua vivência junto às comunidades indígenas também amplia o olhar sobre as especificidades enfrentadas pelas crianças e famílias dos povos originários.

Ao lado dela, Rita Lang apresenta uma trajetória construída principalmente na educação e no terceiro setor. Durante muitos anos, dedicou-se à Educação Municipal e, paralelamente, manteve uma intensa rotina de atendimento em outros municípios da Serra Catarinense, inclusive à noite, nos finais de semana e feriados.

Hoje dedicada integralmente ao terceiro setor, Rita atua como mediadora e mantém sua trajetória ligada à defesa dos direitos e à resolução de conflitos familiares. Bacharel em Direito, possui formação acadêmica que inclui doutorado, experiência que, aliada à atuação prática, contribui para sua perspectiva sobre as relações familiares e a proteção da infância.

É dessa combinação de experiências que surge a proposta da dupla: a vivência de Indígena Adriana junto aos povos originários e sua atuação como psicóloga somam-se ao conhecimento de Rita Lang sobre educação, mediação, direitos e realidade social catarinense.

“Advogada da criança”

A expressão “advogada da criança” tornou-se uma espécie de síntese da atuação de Rita Lang. Embora não se trate apenas de uma referência à sua formação jurídica, o conceito traduz uma trajetória marcada pela defesa dos direitos e pela busca de soluções para situações que envolvem crianças e famílias.

A proposta das candidatas é levar essa experiência para os espaços de decisão política, ampliando ações tanto na Câmara Federal quanto na Assembleia Legislativa de Santa Catarina.

A caminhada, portanto, não se resume à presença em eventos eleitorais. A agenda tem sido utilizada também como oportunidade para reencontrar pessoas, ouvir comunidades e apresentar um projeto político construído a partir de experiências vivenciadas ao longo de anos.

Maternidade como experiência de cuidado

A defesa da infância também ganha uma dimensão pessoal na trajetória das duas candidatas.

Indígena Adriana destaca sua experiência como mãe e a presença cotidiana na criação de seus filhos como parte de sua compreensão sobre os desafios enfrentados pelas famílias.

Rita Lang, por sua vez, carrega a experiência da maternidade construída pelo vínculo e pelo cuidado. Mãe do coração de dois filhos, que acompanha desde pequenos, encontra na família uma de suas principais referências e também seu porto seguro.

Para ambas, a defesa das crianças nasce, portanto, da combinação entre experiência profissional, atuação social e vivência familiar.

Em meio à agenda intensa, entre uma cidade e outra, entre uma reunião e uma caminhada, permanece a mensagem que sintetiza o propósito apresentado pelas candidatas:

Quem ama, cuida. E cuidar das crianças e das famílias é, para Indígena Adriana e Rita Lang, uma missão que pretendem ampliar por meio da atuação política.

 

“Nesta semana estivemos em Blumenau, participando das comemorações pelos 176 anos do município. Participamos do desfile de aniversário, em um momento muito especial de celebração da história, da cultura e da população blumenauense”.

 

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