
Candidatas a deputada federal e estadual, respectivamente, intensificam agenda na Serra Catarinense e apresentam propostas em diálogo direto com a população
A candidata a deputada federal Indígena Adriana e a candidata a deputada estadual Rita Lang estiveram nos municípios de Painel e São Joaquim, na Serra Catarinense esta semana, dando continuidade à agenda de visitas, encontros e conversas com a população. Durante a passagem pelas cidades, as candidatas conversaram com moradores, apresentaram propostas, visitaram amigos e fortaleceram os laços construídos ao longo de suas trajetórias. Esses dois municípios somam mais de 15 municípios já percorridos pelas candidatas.
Mais do que uma agenda de campanha, os encontros têm sido marcados pelo diálogo direto com as pessoas. A proposta das candidatas é ouvir as demandas das comunidades e apresentar um projeto político construído a partir da realidade vivenciada pelas famílias catarinenses. O diálogo já é um compromisso delas durantes o trabalho que realizam na Serra Catarinense.
A presença em diferentes municípios do Estado também evidencia uma característica que acompanha a trajetória de Indígena Adriana e Rita Lang: o conhecimento de diversas regiões e comunidades de Santa Catarina, resultado do trabalho que ambas desenvolvem junto às famílias e a diferentes segmentos da sociedade.
Entre as principais bandeiras defendidas pelas candidatas estão a proteção e garantia de direitos das crianças, e adolescentes, dos autistas, a valorização dos povos originários, a defesa das mulheres e a promoção de políticas públicas voltadas às pessoas e grupos historicamente considerados minorias.
Para Indígena Adriana e Rita Lang, a política precisa estar próxima da população e transformar as necessidades apresentadas pelas comunidades em ações concretas. Por isso, a caminhada eleitoral também tem sido um momento de escuta, troca de experiências e construção coletiva.
A passagem por Painel e São Joaquim reforça a estratégia das candidatas de ampliar o diálogo em diferentes regiões catarinenses. Com uma trajetória marcada pelo contato direto com as comunidades, elas seguem percorrendo o Estado para apresentar suas propostas e buscar apoio para um projeto político que, segundo defendem, tem como propósito central cuidar das pessoas, proteger direitos e dar voz a quem muitas vezes permanece à margem das decisões políticas.























