O ex-prefeito de Chapecó, João Rodrigues (PSD), deve iniciar nos próximos dias a organização de sua pré-campanha ao governo de Santa Catarina. A expectativa é que ele se reúna com a executiva estadual do partido para definir o cronograma de ações e estratégias políticas.

Em declarações recentes à imprensa, Rodrigues indicou que a decisão de disputar o cargo é definitiva. “É uma ida sem volta”, afirmou, sinalizando disposição para entrar no embate eleitoral de 2026.

Alinhado ao campo da direita e centro-direita, o ex-prefeito que mantém proximidade com o ex-presidente Jair Bolsonaro pretende avançar na montagem de sua equipe de marketing, além de articular a formação de chapas proporcionais para deputados federais e estaduais. A agenda também inclui a realização de encontros regionais já a partir do próximo mês, com o objetivo de ouvir demandas da população catarinense.

A renúncia

A saída de João Rodrigues da Prefeitura de Chapecó ainda gerava incertezas no cenário político estadual. Apesar de ter anunciado anteriormente que renunciaria ao cargo no dia 21 de março, a decisão não foi concretizada na data prevista, o que gerou apreensão entre aliados e membros do PSD.

No entanto, dentro do prazo legal para desincompatibilização e elegibilidade, Rodrigues oficializou sua renúncia na noite de quinta-feira (2), durante a partida entre Chapecoense e Atlético-MG, válida pela nona rodada do Campeonato Brasileiro da Série A.

Com a saída, o vice-prefeito Valmor Junior Scolari (PSD) assume o comando do Executivo municipal.

Definição do vice

Nos bastidores da política catarinense, a atenção agora se volta para a escolha do candidato a vice na chapa de João Rodrigues.

A pré-candidatura já conta com o apoio de uma aliança formada por MDB, União Brasil e Progressistas (PP). Pelo acordo inicial, caberá ao MDB indicar o nome que ocupará a vice, enquanto o PP deve lançar o senador e ex-governador Esperidião Amin à reeleição.

A definição, entretanto, não deve ocorrer de imediato. A escolha do vice tende a ser consolidada apenas após as convenções partidárias ou mediante consenso interno no MDB.

Foto: Anderson Silva

 

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