blankUma análise científica sobre regulação emocional e efeitos neurobiológicos

 

O uso do som e do ritmo como instrumento terapêutico é uma prática ancestral presente em diversas culturas. O tambor, em especial, tem sido utilizado em contextos espirituais, rituais e comunitários. A ciência contemporânea, especialmente nas áreas de musicoterapia e psiconeuroimunologia, passou a investigar seus efeitos no sistema nervoso, emocional e fisiológico.

Estudos científicos demonstram que práticas com tambor contribuem para a redução da ansiedade, depressão e estresse. Pesquisas indicam também alterações positivas em marcadores biológicos, como redução de processos inflamatórios e melhora da resposta imunológica.

O estudo de Fancourt et al. (2016), publicado na revista PLOS ONE, demonstrou que intervenções com tambor em grupo resultaram em melhora significativa da saúde mental e aumento da resiliência emocional.

Os dados indicam que o tambor atua como regulador biopsicossocial, promovendo equilíbrio emocional, redução do estresse e integração social. Embora a ciência não utilize o conceito de chakras, há paralelos entre os efeitos observados e práticas energéticas tradicionais.

O tambor pode ser compreendido como uma ferramenta terapêutica complementar eficaz, com benefícios comprovados para a saúde mental, emocional e fisiológica.

Referências

FANCOURT, D. et al. (2016). Effects of Group Drumming Interventions on Anxiety, Depression and Immune Response. PLOS ONE.
PERKINS, R. et al. (2016). Making music for mental health. BMC Psychology.
ASCENSO, S. et al. (2018). Group drumming and wellbeing. Journal of Mental Health.

MÃE CHARLENA DE OXALÁ