As informações básicas sobre a coleta, armazenamento, tratamento e distribuição de água potável às comunidades rurais estão sendo reunidas por equipe técnica da Prefeitura de Lages

Depois de ter concluído, no final do ano passado, o diagnóstico do sistema de abastecimento de águas nas 14 comunidades rurais do distrito de Índios, equipe técnica da secretaria municipal de Agricultura, Pecuária e Pesca, da Prefeitura de Lages, parte agora neste mês de fevereiro de 2026 para o levantamento de informações junto às comunidades do distrito de Santa Terezinha do Salto.

O primeiro relatório com as informações sobre o distrito de Índios já foi entregue à prefeita Carmen Zanotto. “Depois de concluídos os três relatórios, os quais envolvem também as comunidades rurais da região da Coxilha Rica, será iniciada a elaboração de projeto voltado às melhorias de todo o sistema de captação, armazenamento e distribuição de água à população residente no interior do município, e, prioritariamente, às unidades escolares, unidades de saúde e centros comunitários”, explica o secretário de Agricultura, Pecuária e Pesca, Pedro Donizete de Souza.

As informações estão sendo coletadas a partir de um questionário aplicado aos residentes nas áreas rurais, especialmente aos agentes de saúde e membros das diretorias de associações de moradores e comissões de igrejas, os quais têm conhecimento ou são os responsáveis diretos pela fiscalização e manutenção das fontes e reservatórios de água.

Equipe técnica da secretaria de Agricultura, Pecuária e Pesca visita as comunidades rurais, fazendo a vistoria das fontes de água (vertentes naturais e poços artesianos) e das miniestações que fornecem água potável para as escolas e unidades de saúde existentes no interior do município.

O primeiro relatório técnico, já concluído, aponta para o que precisa ser feito: desde a reativação de poços artesianos desativados, melhoria da manutenção daqueles que estão funcionando, abertura de novos poços, proteção de fontes naturais, aumento da capacidade dos reservatórios de água, além de regularizar a periodicidade das análises químicas e de potabilidade das águas disponíveis para o consumo humano.

Inicialmente, o projeto Água Boa no Campo terá o engajamento de vários órgãos públicos, com ênfase para as secretarias de Agricultura, Pecuária e Pesca; Saúde e Educação, bem como da equipe de extensionistas rurais do escritório municipal da Epagri.

Texto e fotos: Iran Rosa de Moraes