O padre Darci Sá, pároco da Paróquia Santa Catarina, em Otacílio Costa, celebra neste sábado (14) 22 anos de ordenação sacerdotal. Atualmente, o religioso é responsável pelas capelas do município e também presta atendimento à comunidade de Palmeira.

Em entrevista ao Cidade SC, padre Darci destacou o significado da data. Segundo ele, celebrar o aniversário de ordenação é, acima de tudo, celebrar a vida e a missão assumida diante de Deus. “Compreendemos que o sacerdócio é vocação, é ouvir o chamado de Deus. É renúncia e doação, pois é preciso abrir mão de muitas coisas essenciais na vida, como a família, o conforto e os amigos. É um verdadeiro despojar-se de si mesmo para que, ao final, se receba o tudo ofertado pelas mãos de Deus. É ser firme, ser grato, estar disposto, ser forte e corajoso”, enfatizou.

Filho de Jandira e Darte Sá, padre Darci viveu parte da infância e da juventude na zona rural de Cerro Negro. Posteriormente, mudou-se com os irmãos para Lages, onde a família se estabeleceu no bairro Santa Helena.

Sua trajetória sacerdotal demonstra dedicação e compromisso com a missão pastoral. Iniciou sua caminhada na Paróquia São Joaquim, onde atuou entre 2004 e 2005. Em seguida, foi transferido para a Paróquia Nossa Senhora da Boa Viagem, em Bocaina do Sul, permanecendo de 2006 a 2008. Depois, assumiu a Paróquia Nossa Senhora do Patrocínio, com atuação em Campo Belo do Sul, município sede da paróquia e também em Cerro Negro, nos anos de 2009 e 2010.

Entre 2011 e 2015, retornou a Bocaina do Sul, permanecendo à frente da paróquia local. Em 2016, foi transferido para Otacílio Costa, onde segue até hoje como pároco da Paróquia Santa Catarina.

Um padre tradicionalista

Na Serra Catarinense, padre Darci Sá também é reconhecido pelo jeito humilde e acolhedor com que conduz sua missão, sem abrir mão das raízes tradicionalistas. Natural de Cerro Negro, ele mantém viva a cultura serrana, participando ativamente de torneios de laço, rodeios e cavalgadas, eventos que, em algumas ocasiões, também ajuda a organizar.

Pilchado e a cavalo, o sacerdote concilia a vida religiosa com as tradições gaúchas da região, reforçando sua identidade como legítimo serrano “de bota e bombacha”, sem jamais deixar de lado o compromisso com a fé e a comunidade.

 

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