Não. Conduta expectativas não reduz risco, apenas adia conseguências, resumindo esperar crescer NÃO resolve.

Hoje a ciência já oferece opções seguras, reguladas e baseadas em evidências. A decisão clínica não é mais se tratar. É como é quando tratar melhor e proteger o futuro metabólico da criança. Intervenção adequada muda trajetórias. Omissão bem-intencionada perpétua risco. Informação de qualidade orienta decisões responsáveis, conteúdos educativos, conduta individual depende da avaliação de um bom profissional.

A obesidade infantil no Brasil é uma questão grave, 3 a cada 10 crianças com idades entre 5 á 9 anos com excesso de peso, o nosso país caminha para a 5° posição no ranking mundial de obesidade infantil até 2030. O consumo absurdo de alimentos ultraprocessados, sedentarismo e substituição de brincadeiras ativas por telas são os principais fatores, superando índices de nesnutrição.

A obesidade é uma preocupação crescente que pode impactar a saúde e o desenvolvimento das crianças. Estatísticas mostram que mais de 3 milhões de crianças menores de 10 anos são obesas, e 6 milhões apresentam excesso de peso. A obesidade triplicou nas últimas décadas, passando de 5%(ano 2000) para 15%(ano 2022) entre crianças e adolescentes.