por Chico Ramos

Para a ALESC (Assembleia Legislativa de SC)
Os partidos já movimentam suas peças e alguns nomes aparecem com força:
PL (Partido Liberal):
Danielle Pinheiro (secretária de Governo)
Ricardo Grando (secretário-adjunto de Infraestrutura)
Ex-prefeitos como Fabrício de Oliveira (Balneário Camboriú) e Mário Hildebrandt (Blumenau)
Guilherme Colombo (ligado à deputada Julia Zanatta)
Rafael Caleffi (ex-prefeito de São Lourenço do Oeste)
Dorival Borga (ex-prefeito de Videira)
Saulo Sperotto (ex-prefeito de Caçador)1
MDB:
Elizeu Mattos (ex-prefeito de Lages e ex-deputado estadual)
Jorge Koch (ex-prefeito de Orleans)
Emerson Maas (prefeito de Mafra)
Bruno Cunha (vereador de Blumenau, em migração para MDB)
Para o Congresso Nacional (Deputado Federal)
A disputa pela vaga deixada por Carmen Zanotto (atual prefeita de Lages) gera um vácuo eleitoral na Serra Catarinense:
Fernanda Córdova (ex-prefeita de Palmeira, ligada ao PL)
Samuel Ramos (secretário municipal de Lages)
Maurício Batalha (vereador e presidente da Câmara de Lages)
Raimundo Colombo (ex-governador, único nome com chances reais, embora ainda não confirmado)
Partido Novo:
Fabian Nerbass (advogado de Lages, já disputou em 2018)
Vinicius Borges (empresário e médico veterinário, ex-candidato a vice-prefeito)
Ronildo Krieger (advogado, liderança em Ponte Alta).
PT:
Professor Artur (de Lages), articulado como pré-candidato para fortalecer o projeto nacional na região.
Movimentações gerais
Há articulações intensas entre PL e PSD, com o governador Jorginho Mello e o prefeito João Rodrigues (Chapecó) como protagonistas no cenário estadual.
A influência nacional (Bolsonaro, Lula, Zema) também impacta alianças e estratégias locais.
Critérios usados na análise
– Histórico eleitoral: já ocupou cargos relevantes ou disputou eleições com bom desempenho.
– Base regional: força política na Serra (não apenas o planalto) catarinense e municípios vizinhos.
– Alianças partidárias: proximidade com lideranças estaduais/nacionais e partidos fortes.
– Momento político: tendência de crescimento do partido e alinhamento com pautas locais.
ALESC (Deputado Estadual)
PL (Partido Liberal)
Danielle Pinheiro – Forte articulação no governo estadual, boa chance se PL mantiver força.
Ricardo Grando – Ligado à infraestrutura, pode atrair apoio empresarial.
Ex-prefeitos (Fabrício, Hildebrandt, Sperotto) – Experiência e redes consolidadas, alta competitividade.
Chances altas: Danielle Pinheiro, Mário Hildebrandt, Saulo Sperotto.
MDB
Elizeu Mattos – Nome tradicional, ex-prefeito de Lages, histórico sólido.
Jorge Koch – Boa base no Sul da Serra, mas depende de alianças.
Chances altas: Elizeu Mattos (forte histórico e base consolidada).
Congresso Nacional (Deputado Federal)
PL
Fernanda Córdova – Ex-prefeita, mas precisa ampliar visibilidade fora de Palmeira.
Samuel Ramos – Boa articulação em Lages, mas depende de apoio estadual. Chances moderadas, PL pode lançar apenas um nome forte para não dividir votos.
PSD
Raimundo Colombo – Ex-governador, maior capital político da região. Se confirmar candidatura, é favorito.
Chances altíssimas: praticamente garantido se entrar na disputa.
Partido Novo
Fabian Nerbass, Vinicius Borges, Ronildo Krieger – Perfis técnicos, mas partido tem baixa capilaridade na Serra.
Chances baixas, salvo crescimento expressivo do Novo.
PT
Professor Artur – Nome para fortalecer base ideológica, mas chances dependem do desempenho nacional do partido. Chances baixas a moderadas, dependendo da polarização.
Suprassumo da análise sobre os novos nomes da serra para câmara federal e assembléia legislativa:
Nomes fortes para ALESC:
Danielle Pinheiro (PL), Elizeu Mattos (MDB), Mário Hildebrandt (PL).
PL e PSD devem dominar a disputa, com MDB buscando manter espaço.
Partidos menores aqui na serra como Novo e PT entram mais para marcar posição do que para vencer.
ALESC (Deputado Estadual)
PL (Partido Liberal)
Danielle Pinheiro – Forte articulação no governo estadual, boa chance se PL mantiver força.
Ricardo Grando – Ligado à infraestrutura, pode atrair apoio empresarial.
Ex-prefeitos (Fabrí…
Uma análise prévia dos atuais deputados estaduais de Santa Catarina e suas condições de reeleição para 2026:
A composição atual da ALESC (2023-2026)
A Assembleia Legislativa tem 40 cadeiras, distribuídas entre os seguintes partidos:
PL: 11 cadeiras, MDB: 6, PT: 4, União Brasil: 3, PP: 3, PSD: 3, Podemos: 3, PSDB: 2, Republicanos: 1, Novo: 1, PDT: 1, PSOL: 1, PTB: 1
Principais nomes para reeleição
PL (Partido Liberal)
Jessé Lopes, Sargento Lima, Maurício Eskudlark, Marcius Machado, Nilso Berlanda, Ana Campagnolo entre outros.
Condicionante: PL é o partido mais forte no estado, alinhado ao governador Jorginho Mello, os deputados com base consolidada e discurso conservador têm alta chance de reeleição.
MDB
Mauro De Nadal, Fernando Krelling, Jerry Comper, Tiago Zilli, Volnei Weber.
Condicionante: MDB enfrenta desgaste e pressão por alianças com PL e PSD. Deputados tradicionais têm chance moderada, mas dependem de articulação regional.
PT
Luciane Carminatti, Fabiano da Luz, Neodi Saretta, Padre Pedro Baldissera.
Condicionante: PT mantém nicho ideológico, mas enfrenta resistência no estado conservador. Carminatti que vinha numa escalada junto aos professores diante da última ação do governo federal, corre o risco de perder boa parte do seu trabalho por estar aliada a uma ideologia que mostrou não ter qualquer solidariedade a base eleitoral.
PSD
Julio Garcia, Mário Motta, Napoleão Bernardes.
Condicionante: O PSD pode crescer se João Rodrigues (Chapecó) fortalecer com Ratinho Jr. Passar a apoiar Flavio Bolsonaro, auxiliando partido. Deputados com base regional, têm chance moderada, porém a contínua insistência de Kassab, o presidente Nacional do Partido, por estar assediando nomes contrários à indicação de Jair Bolsonaro, coloca o PSD numa situação difícil para João Rodrigues que sempre se colocou como bolsonarista.
Podemos
Paulinha, Lucas Neves e Camilo Martins.
Condicionante: Boa articulação local, mas depende de alianças. Chance moderada.
Partidos menores (Novo, PSOL, PDT, PTB)
Matheus Cadorin (Novo), Marquito (PSOL), Rodrigo Minotto (PDT), Delegado Egídio Ferrari (PTB).
Condição: Reeleição difícil, pois partidos têm baixa capilaridade. Chances baixas.
Aqui está o quadro visual com os principais deputados estaduais de SC, seus possíveis partidos e nível de chance de reeleição em 2026:
| Partido | Deputado(a) | Chance |
| PL | Jessé Lopes | Alta |
| PL | Marcius Machado | Alta |
| PL | Ana Campagnolo | Alta |
| ? | Nilso Berlanda | Moderada/Alta |
| PL | Ivan Naatz | Moderada/Alta |
| PL | Ana Campagnolo | Alta |
| MDB | Mauro De Nadal | Moderada |
| MDB | Antídio Lunelli | Moderada |
| PT | Luciane Carminatti | Moderada/Baixa |
| PT | Fabiano da Luz | Baixa |
| PT | Padre Pedro Baldissera | Baixa |
| PSD | Julio Garcia | Moderada |
| PSD | Mario Mota | Moderada/Baixa |
| PSD | Napoleão Bernardes | Moderada |
| Podemos | Paulinha | Moderada/Baixa |
| Podemos | Lucas Neves | Moderada |
Critério dos nomes apresentados foi por influência digital e conhecimento do eleitorado serrano sem ordem indicativa de colocação ou probabilidade de reeleição.
O que poderá acontecer na ciranda das cadeiras na Alesc no pleito de 2026
PL: maior bancada (11) e maior número de nomes fortes (6) → hegemonia consolidada.
MDB: 6 deputados, mas apenas 1 com alta chance → risco de perda de espaço.
Demais partidos: presença na ALESC, mas sem nomes com alta probabilidade de reeleição.
Essa avaliação mostra claramente a diferença entre força atual e perspectiva futura.
PL continua dominante, mas com leve redução (8 cadeiras), MDB e PSD mantêm espaço relevante (4 e 3 cadeiras), Podemos e PT aparecem com presença moderada (2 cada), União Brasil e PP seguem estáveis (3 cada), outros partidos Novo, PSOL, PDT, PTB juntos somam 2 cadeiras.
Para o Congresso Nacional (Deputado Federal)
Quem poderá substituir Carmem Zanottto na Serra…
A disputa pela vaga deixada por Carmen Zanotto (atual prefeita de Lages) gera um vácuo eleitoral na Serra Catarinense:
PL
Fernanda Córdova (ex-prefeita de Palmeira, assessora especial da Casa Civil)
Samuel Ramos (secretário municipal de Lages)
Podemos:
Maurício Batalha (vereador e presidente da Câmara de Lages)
PSD (MDB, ainda existe esta possibilidade?)
Raimundo Colombo (ex-governador, único nome com chances reais, embora ainda não confirmado)
Partido Novo:
Fabian Nerbass (advogado de Lages, já disputou em 2018)
Vinicius Borges (empresário e médico veterinário, ex-candidato a vice-prefeito)
Ronildo Krieger (advogado, liderança em Ponte Alta).
PT:
Professor Artur (de Lages), articulado como pré-candidato para fortalecer o projeto nacional na região
Favorito para Federal
Raimundo Colombo (PSD). Colombo consegue este favoritismo por usufruir de não estar sob holofotes, tendo apoio do empresariado serrano, por bairrismo, é ignorado que aguarda assumir o senado do qual já reportou não ter anseio de estar na posição de senador quando lá já esteve (2007-2010). Caso senador Jorge Seif seja puxado no tapetão, pelo judiciário, Raimundo fortalecerá o atual governo federal, pois atualmente vem discursando evitar polaridades e possibilidade de diálogo com governo federal atual.
Raimundo certamente tirará votos de candidatos conservadores em que muitos serranos pouco esclarecidos e os de centro votariam como Zé Trovão, Júlia Zanatta, Sargento Lima e Daniel Freitas.
Com relação ao Senado a serra não tem nomes com envergadura na atualidade, ficando nomes conservadores como Carlos Bolsonaro (PL), Carol de Toni (PL?) e Amim (PP), na ala comunista, Décio Lima (PT) são os que recebem nossa menção.
Os cargos Executivos ainda buscam alianças e acomodações de candidatos do legislativo até findar a janela partidária que será de 6 março a 5 de abril neste ano.
Esta análise não tem origem em pesquisas de rua é apenas uma prévia e resumida avaliação de nomes que estão circulando em corredores e conversas de lideranças políticas.













