Você se comportou este ano?! – “Ho, ho, ho! Meu trenó está estacionado em Lages neste Natal FelizCidade. À noite, depois de receber tantas crianças queridas e suas cartinhas com seus pedidos, eu descanso, mas antes, não posso ir dormir sem tomar meu café com bijajica. Por enquanto eu não tenho WhatsApp e vamos utilizando o modo tradicional mesmo, com cartas escritas a lápis e à caneta. Adoro estar em Lages, e que 2026 seja de saúde, prosperidade, união, sabedoria e sinceridade em um mundo mais pacífico e nos corações. Ho, ho, ho!”

Era uma vez uma história de conto de fadas, em que não se poupa criatividade, suavidade e amor sincero. Tudo isto dentro de um baú de gostosas sensações para celebrar o milagre da vida, do despertar a cada dia. E nesta história tem candy cane por toda parte. Aquele caramelo em formato de bengala, docinho natalino tradicional em forma de cajado, geralmente listrado de branco e vermelho com sabor de hortelã-pimenta.

Ei, você lembra daquela expressão, “Pode entrar, minha casa não tem ‘tramela’”? Este é um ditado popular que a gente só ouve de quem é gente boa, gosta da gente e quer o nossos bem. E quando se fala em gente boa, quem vem ao pensamento? O Papai Noel, é claro. Símbolo protagonista da época mais fascinante no mundo inteiro, o nascimento e aniversário de Jesus Cristo, o Filho de Deus, a estrela de toda esta festa no planeta, ensina o significado maior de todas as comemorações: Amar, cuidar e servir ao próximo incondicionalmente, de todo o coração, longe de qualquer senso de consumismo, mas sim, perto da pureza, sutileza, transparência, delicadeza e paixão.

Em Lages, a primeira edição do Natal FelizCidade, em 2025, está transbordando carinho, festividade e hospitalidade, e evidencia os melhores sentimentos dentro dos corações de lageaninhos e lageaninhas, da garotada mais experiente, de visitantes de cidades de pertinho e turistas de longe. De 15 a 23 de dezembro, no Calçadão da Praça João Costa, coração do centro de Lages – com espetáculos e shows artísticos e culturais no Palco Noel.

Paralelamente à programação artística e cultural no Calçadão da Praça João Costa, várias atrações em diversificadas partes. Uma delas é a hipnotizante Casa do Papai Noel, cuidadosamente preparada e um lugar histórico e enigmático. E a oito dias do Natal, 25 de dezembro, com clima fresquinho da noite de quarta-feira, dia 17, tinha fila persistente com gente faceira para ver o Bom Velhinho.

Prepare o lencinho – Você vai se impressionar

Vamos passear juntos pela Casa do Papai Noel?

Os olhos ficam marejados com tanta formosura, ternura e magia. As pessoas que conhecem a Casa mergulham em um mundo de fantasias e viajam de volta a sua infância, voltam a ser crianças em momentos de saudades e euforia. Um convite ao resgate de memórias na morada do personagem mais simpático do Natal FelizCidade. Que os Seresteiros de Natal não nos escutem, não é mesmo?!

Um exagero lindo de viver! E, obviamente, o color bloc de verde e vermelho está por toda parte. Cenários extasiantes, belezas, aromas, texturas, minúcias lúdicas e sensações ímpares em casa cenário.

O Casarão Juca Antunes se transformou na Casa do Papai Noel, uma preciosidade bem no centro da cidade. É como se o tempo congelasse e a gente voltasse a ser pequenininha. Com ambientes “fofinhos”, um verdadeiro lar para bem receber a garotada em busca de um abraço, poses para fotografias, pedidos de presentes e entrega de cartas para pendurar na Árvore dos Desejos. Cozinha para fazer um bolo quentinho e bolachas amanteigadas pintadas com merengue branco e colorido, feitas artesanalmente com rolo de macarrão do tempo da vovó, quarto com lençóis vermelhos macios e cheirosos e colcha bordada e com franjas, sala de estar e oficina de brinquedos. Na penteadeira, espelhos para Papai Noel se embelezar, escova para ajeitar seus cabelos encaracolados cor de floquinho de neve, perfume e leite de rosas. Máquina de costura e novelos de lã verdes e vermelhos. Será que o Papai Noel costura e borda, igual ao Urso, amigo da Masha?

De um ambiente ao lado do quarto vem um cheirinho de pão caseiro assando no forno do fogão à lenha para tomar com café passado no coador do bule esmaltado vermelho, e o aroma do frango em cima da chapa, prontinho para ser degustado. Esta é a cozinha do Noel. Massinha de bolacha passada no cilindro tocado à manivela, geladeira, liquidificador e batedeira vintage e um ar de amorosidade estampado no ar. Um Papai Noel super tendência. Utensílios com sua cor favorita. Adivinha? Vermelho forte.

Cômodo por cômodo, doses beeem generosas de boas sensações e singelos déjà vu. Enfeites e mais enfeites. Cogumelos, arranjos e miniaturas. Velas artesanais coloridas, assim como aquelas que estampavam os panos de prato de Natal da nossa avó.

No hall, a imaginação vai longe com um cenário em vidro (chão de vidro), exposto no chão, tipo passarela. O figurativo está constituído por duendes trabalhando para que nada dê errado com o prazo de entrega dos presentes – posteriormente o delivery é com o Papai Noel – e sim, é um sonho de cena. Tem até carrinho de mão. Soldadinhos de Chumbo articulados se comunicam com os visitantes, dando as “Boas-Vindas”. Em sua sala de estar, uma mesinha com um guarda-chuva suspenso no ar, cintilantes bolas douradas, telefone dourado antigo e miniárvores “lambuzadas de neve”.

Brinquedos de madeira de quando nossos pais e avós eram crianças

No fim da parte interna da Casa, a oficina de brinquedos instiga as pessoas a rebobinarem a fita da vida e reviverem seu passado. Muitas ferramentas e torno. Um lugar com brinquedinhos feitos a partir da madeira como matéria-prima, um xodó de presente para qualquer apaixonado por surpreender quem se ama neste Natal. Há representações de cachorrinho Dachshund, o “salsichinha”, do artista gaúcho, Teixeirinha, com seu acordeon, do personagem Robô Frank Puxa Frango, do desenho animado Pica-Pau. Obras de artes que ganham formas pelo dom das mãos do artista Airton Goulart, guia de turismo da Fundação Cultural de Lages (FCL). “Fazemos uma breve explanação sobre a oficina. As pessoas amam, principalmente aquelas vovôs e vovós que brincavam com coisas de madeira na infância, e quando a boneca era uma espiga de milho. Eles dizem que a vida era boa na sua simplicidade”, realça Airton.

“Era uma casa muito engraçada…” Na Casa do Papai Noel tem quintal com poço iluminado e Papai Noel radical lá dentro, escalando as paredes em uma escada de cordas. É interativo, revelador. Você tem de procurar para achar.

No jardim da Casa do Papai Noel, que mais parece uma pracinha de tão legal, estão renas articuladas iluminadas, um requinte à parte. Possui até um banco construído do reaproveitamento de antigos barrotes de madeira araucária do piso original do Casarão Juca Antunes. E sabia que o Papai Noel tem até cãozinho de estimação? É o Pet Noel, com direito à ração e água para aliviar o calor.

Seu fofinho trenó iluminado está estacionado no pátio da Casa do Papai Noel, prontíssimo para voar rumo a outras cidades, como Capão Alto, Painel e São José do Cerrito, pois lá a criançada também está ansiosa e curiosa. Dá para embarcar e fazer pose para as fotos. Quando caba o Natal, o Papai Noel volta para sua casa. Será que ele mora em um iglu, igual aos pinguins?

A parte externa da Casa do Papai Noel está um ar-ra-so! Paredes e janelas, todas iluminadas, deixando suas cores branca e azul ainda mais amáveis, transmitindo calma, paz, esperança de verdade.

Detalhes especialíssimos

Parece que a gente está dentro de um filme. A banheira à moda antiga, as pantufas à beira da banheira em cima do tapetinho para o Bom Velhinho não apanhar frio e ficar resfriado. Toalhas temáticas. O roupão e a ceroula no cabideiro. Até a dentadura dentro copo d’água, um misto de lembranças e bom humor. E um penico, pois vai que o Papai Noel se aperta.

Um armazém de secos na mesa da cozinha, com feijões, arroz, farinha e fubá. Balde de alumínio, de carregar leite da ordenha… E parece que o Papai Noel aprecia quitutes brasileiros, e “puxando a brasa para a nossa sardinha”, para a Serra Catarinense, pois na cozinha do Bom Velhinho tem queijos e salame.

Lá no Polo Norte, no Ártico, não têm estas coisas. Lá é a região mais ao Norte do planeta, um vasto oceano congelado com gelo flutuante, sem terra firme, onde os dias e noites duram meses e onde habitam ursos polares, focas e baleias. Ah, também tem bombonzinhos nesta Casa.

Cada coisa fantástica

Não há quem resista a esta experiência da Casa do Papai Noel. Bebês, criancinhas, jovens, adultos, idosos, gestantes, casais, famílias inteiras, sejam grandes ou compactas. Está todo mundo enfeitiçado! Cada cantinho é único. Como é que uma mãe e um pai não vão se emocionar vendo seu filhinho tão feliz e realizado?

Árvore de Natal gigante, com reluzentes bolas vermelhas e douradas, flores decorativas vermelhas, luzes “pisca-pisca” alegre, caixas de presentes com fita de cetim, guirlandas, sinos, laços, festões, flores, luminárias, bonecos em formato de biscoito, ursos de pelúcia e renas, Papai Noel com saxofone, quadrinhos com retratos de bonecos de neve enfeitando a chaminé da lareira, com meinhas penduradas, e por onde o Bom Velhinho vem de surpresa deixar os presentes ao pé da Árvore enquanto as crianças dormem e sonham com a hora de desembrulhar os presentes, belas cortinas de voil. Ah, a caixa de correspondências, no modelo comum em outros países, como Estados Unidos, está lá, dentro da Casa do Papai Noel.

Papai Noel com certeza é uma pessoa de fé, que só faz o bem. Ele tem uma Bíblia e um rosário em seu quarto. Papai Noel precisa de proteção em suas longas viagens. Tomara que ele viva para sempre!

Na sala de estar, em frente à chaminé, em sua poltrona, uma figura de sorriso largo, roupas e touca de cetim vermelhas com detalhes em lã e plumas brancas nas pontas e luvas brancas nas mãos, afinal, no Polo Norte o tempo é gélido, botas pretas lustradas, barba e cabelos branquinhos iguais aos do nosso vovô. Casaco pesado e cinto largo com fivela grande. Os óculos e o casaco elegante de inverno não podem faltar. E nas mãos, um maestro, marca registrada do papai Noel. Ao lado dele, o saco de brinquedos vermelho, cheio de bala de iogurte, bala de goma e pirulito para dar às criancinhas. Sua companheira de vida, a Mamãe Noel, exibe seu carisma, simpatia e charme com seu vestido vermelho. O casal mais amado de Lages é inteiramente “Boas-Vindas” a pessoas de todas as idade e praticamente adotou as famílias lageanas e a passeio. Próximo dali, na sua morada, uma lista enorme com pedidos de presentes de Natal e uma caixa com cartinhas de verdade, daquelas com espaço para selos, colados de um jeito meio diferente, improvisado, no tempo antigo.

Ah, e antes que você pergunte, o Papai Noel fala todos os idiomas do mundo. Assim, consegue se comunicar, compreender e dar boas risadas com as pessoas. Pois é, Papai Noel “manda ver” no português; não fala só Inuktitu (Inuit), Sámi ou Lupik. Viu, viu? Este querido percorre o planeta Terra inteiro, não fica apenas nas regiões ali da Ártico Canadense, Groenlândia, Noruega, Suécia, Finlândia, Rússia, Alasca e Sibéria. Daí fica fácil tirar aquela fotografia e a selfie para eternizar o momento, tornando-o infinito dentro do peito, ou publicar nas redes sociais.

Pena que o Natal passa, né, Papai Noel? Por isto vamos aproveitar ao máximo e nos divertirmos com a família, os amigos e “curtir” muito as brincadeiras, passeios e viagens de férias unidos com as pessoas quem gostamos.

Papai Noel ainda tem muitos motivos para festejar com as famílias lageanas. “Ho, ho, ho! Meu trenó está estacionado em Lages neste Natal FelizCidade. À noite, depois de receber tantas crianças queridas e suas cartinhas com seus pedidos, eu descanso, mas antes, não posso ir dormir sem tomar meu café com bijajica. Por enquanto eu não tenho WhatsApp e vamos utilizando o modo tradicional mesmo, com cartas escritas a lápis e à caneta. Adoro estar em Lages, e que 2026 seja de saúde, prosperidade, união, sabedoria e sinceridade em um mundo mais pacífico e nos corações. Ho, ho, ho!”

A esperta Isis escolheu a melhor noite para conhecer a Casa do Papai Noel

A danadinha Isis está fazendo aniversário, completando cinco anos justamente neste 18 de dezembro, a sete dias do Natal. E decidiu conhecer a Casa do Papai Noel na noite anterior. A pequenina Isis Küster Machado usa o método da barganha para se beneficiar no Natal. A danadinha deixa um copo de leite e biscoitos para o Bom Velhinho pertinho da Árvore de Natal em troca de ele atender o pedido que ela faz na cartinha. “Eu quero uma boneca Baby Alive que come”, confidencia a menininha. Mas, você se comportou este ano, Isis, para merecer a bonequinha? “Sim, eu arrumei até a cama e a casa.” Pra frente ela, não?! E o que achou da Casa do Papai Noel, Isis? “Linda, bonita. Adorei tudo. O Papai Noel é demais.”

Isis está na turma do Pré-escolar II do Centro de Educação Infantil Municipal (Ceim) Araucária, no bairro Araucária – Acesso Sul. Frequenta a escola, brinca e ajuda nas tarefas de casa para já ir aprendendo a ser organizada e ter responsabilidades. Uma agenda cheia, diga-se de passagem. “Já aprendi a escrever meu nome, o nome da mamãe e o nome do papai”, acrescenta, orgulhosa do seu avanço.

Sua mãe, Patricia Küster Machado, trabalha como CS em uma empresa fornecedora. Significa Customer Success – Sucesso do Cliente. Seu esposo, Juliano Machado, é caminhoneiro. “Se ela está feliz, a gente fica mais ainda”, resume a mamãe, com sorriso na face.

Vicente pediu bis e voltou ver a Casa do Papai Noel com o pai

Estas crianças de hoje em dia sabem como conseguir o que querem. Só fazer um denguinho, e pronto! Vicente usou esta artimanha, e pelo visto deu certo. Depois de estrear na Casa do Papai Noel no domingo passado (14 de dezembro), o garotinho pediu de novo para o pai levá-lo à Casa do Papai Noel, e seu sonho foi realizado na noite de quarta-feira (17). Será que deu saudade?

Com um bonequinho de tecido de São Francisco, o Santo Protetor dos Animais, o “Francisquinho”, como o menino o chama, teve a oportunidade de ver, ouvir, cheirar, tatear e reagir às maravilhas da Casa mais disputada de Lages por estes dias.

Ele quer ganhar uma bola de futebol americano de Natal. O Papai Noel foi pessoalmente buscar sua cartinha na sua casa dias atrás. “Eu não fiz arte, não. Papai Noel está aqui, na Casa dele. É legal! Eu gostei. Muito bom estar aqui de novo. O Natal é um show”, revela Vicente Henrique Albuquerque, de cinco anos, que mora no bairro Guarujá. Torcedor do Vasco, tem Coutinho como jogador predileto. Seu pai, Maickon Albuquerque, gestor no Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial (Senac), foi quem o levou. “A gente faz de tudo para ver um filho feliz.”

Dá muita vontade de ir lá conhecer, não é mesmo? Eu também estou com muita curiosidade e já “tô com a roupa de ir”

A chance de visitação é diária, desde o dia 11 de dezembro, até 23 de dezembro. De segunda a sexta-feira a partir das 18h30min, às 22h e, aos fins de semana – sábados e domingos, das 17h às 22h.

Uma festa de Lages para Lages. “Chegar nesta reta final de 2025, o primeiro ano de um governo de desafios, quando a partir de então colocarmos em prática nossas propostas após aceitarmos plenamente enfrentar os obstáculos para oportunizar mais qualidade de vida à população, é motivo sim de celebração. Foi um ano para conhecer as condições da máquina pública, de reorganização, grandes responsabilidades, decisões e atitudes e conquistas, várias. A cidade está mais bonita e otimista. Temos um longo caminho a ser percorrido, mas, são a confiança e a esperança das pessoas, e o nosso comprometimento, que levará Lages muito mais longe. A Prefeitura do município deseja um Feliz Natal e que estejamos juntos, fortes e revigorados em 2026 para trabalhar incansavelmente e tratar as pessoas como elas merecem. Às famílias lageanas, o nosso ‘muito obrigada’ e contem conosco”, comemora a prefeita Carmen Zanotto.

A Casa no Casarão

Construído por volta de 1850, o Casarão Juca Antunes foi tombado como Patrimônio do Estado de Santa Catarina pela Fundação Catarinense de Cultura (FCC) em 2001 e é o último exemplar da arquitetura luso-brasileira em Lages.

A localização privilegiada do Casarão em um dos terrenos mais altos da região, na rua da Igreja (Catedral Diocesana de Nossa Senhora dos Prazeres, Padroeira do Município) – atual Benjamin Constant, esquina com a rua do Lajeadinho – atual Coronel Córdova, permitiu que fosse registrado na maioria dos panoramas da cidade desde o século XIX.

O tenente-coronel e também vereador José Antunes de Lima, mais conhecido por Juca Antunes, pertenceu a uma das diversas famílias tradicionais da cidade. Nasceu em 1817 e faleceu em 1905, e foi um dos ascendentes de outros lageanos ilustres, como Basilissa Alves de Brito, conhecida por doar um dos sinos da Catedral Diocesana de Lages.

Papai Noel é moderno e não fica para trás nas redes sociais

Não é porque ele tem milhares de anos que o Papai Noel não tem celular e nem Insta, né pessoal?! Quer saber mais, ver fotos, “curtir”, comentar, compartilhar, mandar direct, seguir e fazer collab? No Instagram@prefeituradelages.

A Casa do Papai Noel conta com os seguintes apoiadores: Casa das Tintas, Coral Móveis Novos e Usados, GT Laser e Comunicação Visual, Casa do Marceneiro, Maju Biscoiteria – Doces e Biscoitos Personalizados, Lar Vicentino, Celia Zanoello e Carlos Roberto Campos – Restaurador de móveis antigos.

Tem muito mais Natal FelizCidade pela frente, hein?!

A programação cultural do Natal FelizCidade segue até o dia 23 de dezembro com diversas atrações culturais, intervenções artísticas e apresentações gratuitas.

O Natal FelizCidade 2025 é uma realização da Prefeitura de Lages, MRKA – Produções e Fomento Artístico e Câmara de Dirigentes Lojistas (CDL) de Lages, por meio do Ministério da Cultura e do Governo Federal, com patrocínio das seguintes empresas: Fruticultura Malke, Havan, Vossko, Angeloni, Klabin, Zappellini, Supermercados Myatã e Martendal, P&P Móveis e Madeira, American Oil e Disauto. O evento é apresentado pelo Ministério da Cultura e Centrais Elétricas de Santa Catarina (Celesc), com apoio da Lei de Incentivo à Cultura – Lei Rouanet e empresas Lafi Cosméticos, Peruzzo, Zanoello, Beto Esquadrias, Dom Fruto e Expert Empreendedorismo Imobiliário.

Texto: Daniele Mendes de Melo

Fotos: Marcos Heitor de Carvalho