
Em Lages(1,0min)
Há que se diga que presidente de bairro é função desnecessária, o presidente do bairro Vila Nova prova o contrário, fazendo a diferença, numa luta diária e incansável, o presidente Raphael, piloto de aeronave nas horas em que não preside o bairro, tem se reunido com vereanças, secretários, prefeita Carmem, polícia militar, bem como diálogos com deputados estaduais. Ainda na terça-feira, buscou assessoria do deputado Jessé Lopes para levar algumas demandas ao gabinete, com intuito de, em conjunto com prefeitura, trazer recursos para melhorias do Bairro Vila Nova.
Naquele momento junto ao Coronel Fernando, levantou-se a questão de segurança e monitoramento de algumas vias onde têm sido usadas para rachas, pondo em risco vida de pedestres e dos próprios “às nos volantes”.
Parabéns, Presidente Raphael e sua chapa, o bairro já está mudando de cara!

O Coronel Newton Fernando Ayres dos Anjos, Comandante do 2º Comando Regional de Polícia Militar recebeu a visita do presidente Raphael do bairro Vila Nova com a assessoria no gabinete do deputado Jessé Lopes
Um embate na concorrência ao senado de Santa Catarina. (5,8min)
Um embate estranho se travou no estado que se declara mais Bolsonarista do País, instigado por lideranças que sequer são cogitadas ao cargo (ou será que pretendem?).
Segundo declarações de deputados, a dupla Carol e Carlos vêm sendo a pupila dos olhos das executivas nacional e estadual.
Mesmo com uma longa amizade com Espiridião Amim e possível apoio, Bolsonaro apostou no PL puro, ao menos em termos de chapa ao senado.
Desde o pleito de 2022, havia sido acordado entre Bolsonaro e Jorginho Melo, cada um indicar um candidato ao senado, já que 2026 abrirá vaga para dois senadores, (saída de Amim e Ivete, suplente de Jorginho).
Com isso, Carlos vereador por 5 mandatos no Rio de Janeiro, proibido de portar armas, ameaçado de morte, articulador da campanha a presidência de Jair Bolsonaro se tornou um nome consolidado conservador, onde Bolsonaro confiou indicar para Santa Catarina. Já Carol, líder no número de votos dentre os deputados seria indicação natural ao senado por Jorginho Melo.
Mas aí a porca torceu o rabo, o governador espera na sua construção de chapa, executivo e senado compor o maior número de partidos para então garantir sua reeleição. Tendo assim, um maior tempo de propaganda eleitoral nos canais de televisão e rádio. Para isso teria que renunciar ao nome de Carol e trazer Amim para o cenário.
Com MDB namorando a vice-presidência com Lula, Jorginho ainda pode perder uma fatia do eleitorado que já tinha como partido aliado, uma verdadeira sinuca de bico.
Como escrito na matéria anterior, as peças apenas estão sendo postas sobre o tabuleiro, não há movimentação alguma. Carlos tem manifestado que Carol e Carlos serão a dupla de senadores em Santa Catarina, Amim como velho lobo do mar observa a movimentação das ondas, e Carol está em silêncio, nem atesta nem contesta essa guerra que foi levantada nem por ela nem por Carlos. Uma posição preocupante para quem almeja o senado e que sempre liderou e expôs suas convicções. Estratégia? Pode ser, mas o burburinho tomou proporções nacionais.
O que tem incomodado o povo catarinense é que a direita nacional parece não ver que Santa Catarina sempre foi singular na sua maneira de existir, sempre foi esquecida pelo resto do Brasil, de 2018 para cá ganhou destaque no cenário Nacional, por vezes pelas atitudes dos nossos parlamentares no congresso, pela secretaria da pesca do executivo, ou ainda pela disfonia de ter presidente e governador eleitos pelo mesmo partido e nunca se afinaram desde o início de suas apresentações. Isso deixa o catarinense desconfiado.
O que o catarinense parece não perceber, Bolsonaro por diversas vezes declarou interesse de vir morar em Santa Catarina, trazendo consigo sua Clã. Até aí nos sentimos lisonjeados.
Bolsonaro coloca o nome do seu filho 02 para defender interesses do nosso estado com clareza e destreza política que sua família tem mostrado tremenda vocação, o que se torna uma honra para o eleitorado bolsonarista, ao menos racionalmente assim deveria ser.
Um povo que por si aprendeu conviver com índios, negros e qualquer outra raça, por vezes lutando, noutras dividindo, formando este Estado, que por vezes invadido por espanhóis, horas reclamadas por gaúchos, noutros momentos por paranaenses. Deve agora mostrar seu voto de confiança a quem vem de fora oferecendo reforço ao time da direita, não é o João das Couves, esse reforço tem pedigree.
Portanto é de costume ser bem-vindo, mas para ser parte desta terra, lute conosco as nossas lutas, junto aos nossos líderes, nas nossas regras.
Quer ser catarinense? Sente-se conosco, pesque uma tainha no litoral, toma uma cachaça da boa no mercado público, desça até criciúma, conheça a história carbonífera de uma região que com suor, sangue e muitas perdas soube extrair a energia da terra sem se desarmonizar com a natureza, suba ao litoral norte veja o que o povo alemão fez ao desenvolver cidades como Blumenau e Joinville, mantendo suas belezas naturais, convido passar para o oeste, onde os italianos se debruçaram sobre o sertão catarinense, sem praias para refrescar, com seus rios e matos, transformou a região em silos de grãos, em lavouras que quando sopra o vento oeste, formam ondas verdejantes parecendo um mar de prosperidade.
No Planalto Serrano, região ainda não visitada por nenhum Bolsonaro, a serra recebe todos de braços abertos e apresenta uma mistura única. Rica nos seus pinheirais, berço do único Catarinense que se tornou Presidente.
Para finalizar, políticos e população bateram no peito se dizendo de direita, grupos há vários, mas o que dá o norte ainda é o bolsonarista, a direita no Brasil é um bebê gigante que gatinha, enquanto a esquerda é o anão adulto que sorrateiramente usa da inocência da direita para tripudiar dos seus tropeços.
Dito isso concluo, são Bolsonaristas porque seguiram e se serviram de Bolsonaro, um ditado antigo deve ser lembrado, “Quem meu filho beija, minha boca adoça”, com essa celeuma criada contra o filho de Jair Bolsonaro, estaríamos adoçando ou fazendo escarnio de alguém preso e adoecido.
Lembrando que certamente a esquerda quer o escarnio, e Carlos longe de Santa Catarina.
E você que tanto gritou “tamo junto Bolsonaro!”, continua a achar que Carlos deve dar meia volta? Lembrando, senado é o lugar de quem terá o poder de moderar o STF, todo este tempo os que estiveram não fizeram, há de se pôr pessoas que já enfrentaram o STF para fortalecer o congresso e não apenas para concorrer quem é mais catarinense.













