
Vivemos em um tempo em que as dietas inadequadas já ultrapassam o tabagismo como principal causa de morte.
O envelhecimento pode começar pela boca, nossos hábitos mais o cotidiano está aí o ponto importante para refletirmos. A ciência tem mostrado com consistência que comer menos pode ter impacto profundo na longevidade, isso não significa passar fone, mas repensar o tempo e a quantidade de comida ingerida. A prática da restrição calórica é do jejum intermitente pode ativar mecanismos celulares que retardam o envelhecimento.
Metabolismo flexível ou seja, a capacidade metabólica do corpo de alternar entre fontes de energia como glicose e a gordura. Comendo menos açúcar e aumentando o uso de gordura como energia, você ativa mecanismos de reparação celular , isso pode beneficiar desde o desempenho esportivo até o tratamento de doenças neurológicas e metabólicas. Dietas com menos carboidratos simples e mais gorduras boas, comer portanto é comunicar algo às suas células. As dietas levam á maior longevidade são aquelas que têm mais vegetais, podemos reorganizar o prato: Metade deve ser ocupado por vegetais e frutas, um quarto por cereais integrais e o restante por proteínas saudáveis.
O preparo para o envelhecer começa muito antes das rugas, começa no café da manhã ou na ausência dele na escolha entre uma fruta ou um ultraprocessado, no número de vezes que abrimos a geladeira por dia, está na consciência de que nossos hábitos cotidianos moldam o nosso futuro. O envelhecimento não precisa ser sinônimo de declínio, com conhecimento, atitude e escolhas mais conscientes é possível preparar o corpo e a mente para viver e não apenas sobreviver por mais tempo.













