
Trabalhar o pilates em conjunto com a fisioterapia potencializa a reabilitação, promovendo equilíbrio, força e consciência corporal de forma segura e eficaz
Lages – 08 08 2025 – O Pilates, originalmente criado como um método de condicionamento físico, tornou-se ao longo dos anos uma ferramenta poderosa dentro da prática fisioterapêutica. Baseado em princípios como controle, respiração, concentração e alinhamento postural, o método encontra na fisioterapia um campo fértil para aplicação terapêutica e funcional.
A instrutora Seliane Campos observa que o pilates deve ser trabalhado a partir da avaliação individual de cada aluno. Na reabilitação, por exemplo, a atividade se destaca por promover a ativação de músculos profundos; melhorar o equilíbrio muscular e restaurar padrões saudáveis de movimento. Já para fisioterapeutas, o método oferece uma abordagem segura e adaptável, ideal para pacientes com dores crônicas, alterações posturais, lesões ortopédicas ou disfunções neurológicas.
Por esta razão, Seliane buscou também a formação em fisioterapia. Assim, ela passa a integrar o pilates ao plano de tratamento, também como fisioterapeuta, cuja formação se completa ainda este ano. No entanto, com a experiência na atividade do pilates e o conhecimento já adquirido nos estudos de fisioterapia, Seliane entende que o exercício de pilates não apenas trabalha a recuperação, mas também fortalece a consciência corporal do paciente, prevenindo recidivas e promovendo autonomia no movimento. “A prática regular melhora a mobilidade articular, a força funcional e a estabilidade do core, pilares essenciais para a saúde músculo-esquelética”, avalia.
Resumidamente, a profissional reitera que, mais do que exercícios, o pilates, quando aplicado por um profissional com especialidade na função, e também com formação em fisioterapia, torna-se um recurso terapêutico baseado em evidências, que respeita as individualidades e necessidades de cada corpo. “É a união entre movimento consciente e conhecimento científico, em favor de uma vida com menos dor, mais equilíbrio e maior qualidade de vida”, completa Seliane.
Fotos: Paulo Chagas
Assessoria de Imprensa













