
Marco Rubio, secretário de governos dos EUA, vem acompanhando os movimentos do ministro Alexandre de Moraes, que segundo a mídia, investe contra o ministro Alexandre de Moraes em decorrência de discordar dos atos liderados pelo ministro.
Ainda segundo a grande mídia, Marco Rubio, responsabiliza o ministro Alexandre de Moraes e seus aliados (nomes ainda não discriminados), por atos como:
- Morte do Clesão; bem como outras prisões resultantes de perseguição;
- Perseguições políticas;
- Atuações do judiciário em parceria aos interesses do executivo;
Com isto, uma das condições de negociar as taxas que o governo dos Estados Unidos se propôs a tarifar o Brasil, seria com que estas irregularidades fossem corrigidas. Diferente do que o governo atual apresenta, como uma taxa impossível de negociar e imposta apenas ao Brasil, na verdade foi imposta a todos os países que não pertençam ao grupo dos países aliados aos EUA.
Os Estados Unidos da América já fecharam o acordo com países como Indonésia e Filipinas. Será que o Brasil não tem capacidade diplomática e econômica para se sentar com as lideranças Americanas e enfim acordar menores tarifas para o povo brasileiro?
Então mais uma vez se comprova que o povo brasileiro não é o alvo a quem o governo americano busca botar nos trilhos da democracia junto aos demais países ocidentais.
O Brasil encontra-se definitivamente distante dos países ocidentais democráticos e se alinha cada vez mais ao eixo China-Irã-Rússia. A iniciativa do presidente Lula em abrir um escritório junto ao Brics para discutir questões tributárias brasileiras agrava ainda mais a relação com os Estados Unidos.
Contudo, o país americano percebendo o colunho entre poder judiciário e poder executivo perseguindo lideranças de direita para assim conseguir colocar em prática o projeto ideológico de tornar o país brasileiro um país comunista, a exemplo da China que utiliza a palavra de democracia apenas como um título.
Então não é apenas uma medida da tarifação, mas também, com o intuito de auxiliar o povo brasileiro e parte do Congresso se fortalecer.
Finalizando, não é guerra do Brasil contra estados unidos, e sim uma guerra de quem está no poder, contra a maior potência democrática do mundo.
O povo brasileiro está sendo usado de escudo, assim como na guerra da faixa de gaza, onde Hezbolah, se esconde em hospitais, centros comunitários, para que Israel mate, não apenas um exército terrorista, mas ceifando almas inocentes usadas igualmente como o povo brasileiro.
A Lei Magnitski (0,7min)
A intenção de empregar a lei de Magnitsky contra ministros do STF e Aliados, lei essa que se aplica a estrangeiros envolvidos em crime de assassinato, previsões arbitrárias, corrupção em larga escala dentro ou fora do país.
Essa lei permite que todos os bens existentes no país de origem de onde foi imposta a lei possam ser confiscados, assim como os vistos em seus passaportes, no caso em que não apenas o indiciado recebe a pena como também parentes em primeiro grau e parceiros aliados, este congelamento se aplica para todo o sistema financeiro que faça parte do sistema Swift – Sociedade para Telecomunicação Financeira Interbancárias Mundial.
Coordenado por uma cooperativa onde que atua em mais de 11.000 instituições financeiras e em mais de 200 países, pode ser exigido que colaborem com o congelamento de patrimônios por todo o mundo, cabendo a instituição que não acatar a determinação, multas na casa dos bilhões.
Importante destacar que todos os bancos no brasil utilizam o sistema swift incluindo transações com moedas digitais.
Lages faz parte do Movimento Reaja Brasil Iniciado em Salvador (1,9min)
Ato pela Anistia em Salvador foi o Esquenta para o Movimento Reaja Brasil.
O protesto contou com a presença dos deputados Capitão Alden (PL), vice-líder da oposição na Câmara, e Diego Castro (PL), da Assembleia Legislativa da Bahia. Ambos denunciaram o que chamam de perseguição política e defendem a liberdade de expressão.
O Brasil não pode aceitar calado esse tipo de perseguição política. Muitos pais e mães de família foram presos de forma injusta. Não há justificativa. Seguiremos firmes ao lado de Bolsonaro e de milhões de brasileiros que rejeitam abusos de autoridade e decisões políticas que prejudicam a população, também criticou as medidas judiciais contra o ex-presidente. Segundo ele, “querem destruir e prender Bolsonaro” com um julgamento “parcial”.
Já o dep estadual da bahia, Diego Castro destacou que o ato na capital baiana marca o início de uma série de mobilizações pelo país.
– Essa manifestação em Salvador é só o começo. Vamos tomar as ruas do Brasil com responsabilidade, pacificamente, para exigir respeito à liberdade, à democracia e ao nosso direito de defender quem acreditamos – afirmou.
O deputado estadual também cobrou anistia aos presos do 8 de janeiro e disse que a pressão popular deve continuar para garantir justiça e equilíbrio entre os Poderes.
Aqui em Lages, orquestrado grupos e lideranças de direita estão se movimentando.
Às 14h na praça da Bandeira, praça da estátua do Correia Pinto espera-se juntar milhares de pessoas a exemplo das metrópoles regionais de todo o Brasil
Conforme convocação de uma das mais antigas lideranças usando parte do hino da Independência,
“Brava gente brasileira!
Longe vá… temor servil
Ou ficar a Pátria Livre
Ou Morrer pelo Brasil!”
Cadê esta Brava Gente, cadê o temor Servil? Serviremos aos comunistas, aos faraós? Ou ficar a Pátria livre! Cadê o povo que não deve temer as ímpias falanges que apresentam face hostil?
Vossos Peitos Vossos Braços, São muralhas do Brasil!
Dia 03 de agosto está aí, e depois?
Ficará apenas mais um final de tarde de domingo?
A expectativa é que com apoio dos países aliados e democráticos, o povo reaja, dando possibilidade e pressão ao congresso para que o poder legislativo se reequilibre.
A ideologia da esquerda se depara com representante do povo (1,7min)
Uma mulher encarou a jornalista Leilane Neubarth, da GloboNews, dentro de uma loja e fez críticas ao trabalho da Globo na tarde ontem registrado e publicado pela própria Leilane no seu Instagram, a telespectadora chega a chamar a atuação da emissora de “jornalixo”.
– Trabalho com gente pobre, muito pobre, que acredita nas bobagens que vocês falam.
Jornalixo! – diz a mulher em um dos trechos.
A mulher ainda chamou os repórteres da Globo de “insuportáveis” e afirmou que eles “fazem um jornalismo de lixo”.
Leilane chamou a mulher de “agressiva” e “extremamente debochada”, o que a esquerda gosta de fazer, se vitimizar… e largou essa pérola…
Eu demorei um pouco para entender que minha única “arma” contra aquela agressão gratuita era meu celular. Gravei só o final do ataque. Além de agressiva ela foi extremamente debochada, parecendo se exibir na agressão.
Agressão Leilane?
Quando parte da imprensa de massa é crítica ou constatação dos fatos, para o povo, quando representado por alguém igual a eles, é agressão.
E a imprensa então precisa se ARMAR?
Então a Neubarth segue a disparar sua narrativa
Por isso decidi postar aqui.
Ninguém precisa gostar de ninguém.
Me corrijam antigos telespectadores da globo, mas alguém tinha rejeição de Cid Moreira, Sérgio Chapelain?
Continuando sua argumentação Leilane diz:
Mas acredito realmente que “o respeito é a luz que ilumina a escuridão da intolerância – declarou Neubarth.
Sim, mas o que me parece, a globo e sua equipe, anda às escuras…
Situação da Deputada Carla Zambelli na Itália(0,9min.)
O procurador regional da República e ex-secretário de Cooperação Internacional da (PGR), Vladimir Aras projeta que o processo de extradição da deputada federal Carla Zambelli (PL-SP) da Itália para o Brasil pode levar de um ano e meio a dois anos, na melhor das hipóteses do ponto de vista da Justiça brasileira. Aras ressalta que fala como estudioso do tema e não como procurador, já que não atua no caso da deputada. Aras explica que o próximo passo é o equivalente ao Ministério da Justiça italiano decidir se pede ou não a confirmação da prisão de Zambelli. Em caso positivo, caberá a Corte de Apelação em Roma tomar uma decisão sobre o caso.
Em seguida, o Brasil terá prazo de 45 dias para formalizar a extradição. O Ministério Público italiano e a defesa de Zambelli se manifestam no processo e a Corte de Apelação decide sobre a extradição. Os advogados da deputada têm defendido que ela sofre perseguição política no Brasil, quem perder, ainda pode recorrer a Corte de Cassação.













