
Uma Rápida Análise Local, Estadual, Nacional e no Mundo
Local
Vereador Nixon(0,9min.)
“Isso tudo acontecendo e eu aqui na praça dando milho aos pombos” … (Milho aos Pombos- Zé Geraldo), um trecho de uma música saudosista da nossa MPB, porém enquanto uns dão milho outro gravemente adoecem pela desenfreada criação de pombos na cidade de Lages, não é de hoje que as pessoas reclamam dos ratos de asas se proliferando, da inocência das crianças jogando pipoca para essas aves, se abre uma imensidão de doenças parasitárias ou infeciosas ao ser humano, exemplo disso foi a inesperada internação do vereador Nixon (PL-Lages), que encontra-se na UTI do Hospital Nossa Senhora dos Prazeres, por ter contraído Meningite Fúngica, que pode ser contraído por inalação de esporos que contaminam o ar através de fezes de pássaros e morcegos. A coluna e direção se solidarizam ao vereador e torce pela sua rápida recuperação.
Festa Nacional do Pinhão(1min.)
Encerrou ontem a festa, o comércio respondeu de forma ponderada, se imaginava mais luzes e portas abertas, já que o alvará de funcionamento foi estendido para as 22:00h, por outro lado o comércio local, principalmente as de vestuário forraram seus alforges segundo se ouviu em meio aos comerciantes.
Falando em encerramento, no Mercado Público, um show espetacular do cantor Clynton e Banda, que ao término de sua apresentação a plateia ficou aos gritos, porque parou, parou por quê? Muita coisa boa acertada, mas percebeu-se um novo horizonte a se explorar, distribuir a festa por toda a cidade realmente fez a cidade buscar suas raízes.
Se este modelo permanecer, o comércio todo poderá usufruir do tema Festa do Pinhão, e criar seus próprios atrativos para atrair os visitantes para dentro de seu comércio.
Parabéns, administração municipal, governo estadual.
Parabéns, povo lageano!
Encerramento no Mercado Público 35ª FNP

Cantor Clynton
Estadual – Santa Catarina Vai Bem, Obrigado(2,1min.)
Santa Catarina permanece como um dos estados mais dinâmicos do cenário político brasileiro, refletindo tanto em âmbito regional quanto nacional discussões relevantes sobre economia, segurança, educação e relações institucionais. Reformas Administrativas e Gestão Pública
O governo estadual vem promovendo debates sobre reformas administrativas visando à modernização dos serviços públicos. Propostas de corte de gastos, otimização da máquina estatal e digitalização de processos têm sido temas frequentes na Assembleia Legislativa.
A pauta da educação continua em destaque, com anúncio de novos investimentos em infraestrutura escolar, valorização de profissionais e ampliação de vagas em cursos técnicos e profissionalizantes. Um destaque na unidade regional da serra catarinense que vem apresentando sob a direção do professor Armando José Duarte, desenvolvimento e entrega de obras como nunca realizadas anteriormente.
A segurança segue sendo prioridade, com aumento no orçamento para contratação de novos policiais, aquisição de viaturas e implementação de tecnologias de monitoramento e prevenção à criminalidade. Recentemente, foram anunciadas operações integradas entre Polícia Militar, Civil e Corpo de Bombeiros para coibir crimes violentos e ampliar a sensação de segurança nas cidades.
Santa Catarina tem apresentado índices robustos de crescimento econômico, com destaque para o agronegócio, indústria têxtil, tecnologia e turismo. Ações de incentivo a empresas locais, desburocratização de processos e acesso a linhas de crédito favorecem novos empreendimentos e geração de empregos.
O estado de Santa Catarina segue em destaque no cenário político nacional, aprimorando sua governança e debatendo soluções para os desafios contemporâneos. O acompanhamento das decisões parlamentares e executivas é fundamental para fortalecer a democracia e garantir avanços concretos para a população catarinense, mesmo sem apoio do governo federal.

Á direita governador Jorginho Mello prestigiando a Festa Nacional do Pinhão,
á esquerda Chico Ramos/Política no Ato
Nacional – Pronunciamento do Presidente Lula(1,7min.)
O posicionamento do presidente Lula está muito distante do sentimento dos brasileiros em sua maioria, ao invés de mostrar uma forma mais humanitária, solícita às famílias que perderam entes neste ataque, preocupou-se apenas em escolher um lado e apontar culpados pela sua ótica.
Sob a perspectiva de representantes do poder legislativo no cenário político nacional, a declaração do Itamaraty referente ao ataque dos Estados Unidos ao Irã foi recebida com ênfase em pontos de alinhamento estratégico e defesa de interesses comuns com tradicionais aliados ocidentais. Parlamentares ligados a esses grupos destacaram a legitimidade das ações americanas diante da ameaça representada pelo Irã, ressaltando a importância de respostas firmes para preservar a estabilidade internacional e proteger aliados como Israel.
Para a ala republicana, o posicionamento do Itamaraty, ainda que pautado na moderação e no apelo ao diálogo, deveria também reconhecer os desafios impostos por regimes considerados hostis e a necessidade de solidariedade com parceiros envolvidos na contenção dessas ameaças. Alguns parlamentares defenderam que o Brasil adote uma postura mais cautelosa, mas sem perder de vista a realpolitik das relações internacionais e o valor de parcerias estratégicas com os EUA.
Grande parte da mídia defendeu o Irã juntamente com a declaração do Itamaraty, pontuando que os ataques conjuntos Israel e EUA, obtiveram maior eficácia, tanto na questão de atingir o alvo quanto na questão de proteção de civis de seu próprio país, Irã usa táticas terroristas como usar sua própria população civil como escudo humano, o que ao contrário de Israel, expõe de forma martirizante seus civis.
Internacional – EUA vs. IRÃ (1,9min.)
O debate em torno o ataque dos Estados Unidos ao Irã, envolve uma série de princípios norteadores ligados à segurança nacional, defesa dos interesses estratégicos e preservação da ordem internacional. Pelo ponto de vista do país e de seus aliados, a manutenção da estabilidade regional e a defesa de valores ocidentais frente a regimes considerados hostis.
O Irã representa uma ameaça à segurança global, especialmente devido ao seu desenvolvimento de tecnologia nuclear e ao apoio a grupos considerados terroristas no Oriente Médio, como Hezbolah e Hamas. Com base nisso, um a ação militar, embora extrema, foi necessária para conter a expansão de regimes autoritários e impedir a proliferação nuclear que colocaria em risco os aliados dos EUA, como Israel e vários países do Golfo.
Os Estados Unidos têm o direito — e até a responsabilidade — de salvaguardar seus interesses estratégicos. O controle das rotas comerciais, a segurança do abastecimento energético e a estabilidade política da região são vistos como fundamentais para a prosperidade global e para o próprio sistema internacional.
O Irã, em sua retórica antiocidental e em suas ações, é frequentemente apresentado como um dos principais desestabilizadores da ordem mundial. Para este campo ideológico, respostas enérgicas demonstram liderança e servem de exemplo para outros países, desencorajando comportamentos semelhantes.
Por fim, o ataque dos EUA ao Irã enfatiza a necessidade de força, prudência estratégica e firmeza diante de ameaças à segurança e aos valores do Ocidente. O objetivo principal é garantir a proteção dos próprios cidadãos e aliados, consolidar a liderança global dos Estados Unidos e evitar que regimes hostis avancem sem consequências.













